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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Desejos...


Sonhando alto, muito alto.

Posso?!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Forjando a Armadura


Nego-me a me submeter ao medo
que me tira a alegria de minha liberdade,
que não me deixa arriscar nada, que me toma pequeno e mesquinho, que me amarra, que não me deixa ser direto e franco, que me persegue, que ocupa negativamente minha imaginação, que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me. Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro e não
para encobrir meu medo.
E, quando me calo, quero fazê-lo por amor e não por temer as conseqüências de minhas palavras.

Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar. Não quero filosofar por medo que algo possa atingir-me de perto. Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.

Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim;por medo de errar, não quero tomar-me inativo. Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo. 

Não quero fazer-me de importante porque tenho medo
de que senão poderia ser ignorado.
Por convicção e amor, quero
fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer. 

Do medo quero arrancar o domínio e dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que existe em mim.



Rudolf Steiner

domingo, 17 de maio de 2009

aprendizados e tentativas...

Às vezes sinto saudades de um tempo que quase não consigo tocar, que está impresso nos habitantes do dentro, com quem preciso aprender a lidar... não sei ao certo... busco respostas, métodos, que nos façam andar juntos, reconhecendo com todos os sentidos o real significado de suas presenças.
O que pode estar impedindo que avance? As justificativas são numerosas e quase sempre sem consistência... a mente, ainda é uma armadilha... e há quem pense que ela seja tudo.
Preciso de mais tempo para o dentro, de mais espaço para as outras dimensões e corpos, conseguir abstrair as ideias (velhas e caducas) indo além de seus domínios... aprender o som das palavras sem sons audíveis que chegam onde nada mais alcança...
...o poder do verbo é além... preciso aprender com meus fantasmas.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

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Ando com necessidade da amplidão...

de me perder em espaços infinitos...

subjetivar a forma... alimentar o abstrato...

livre... livre... livre...


(reticências infinitas)


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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

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Quem sabe um dia os corpos deixem de ser apenas físicos...

as mentes deixem de ser mentes elementais/orgânicas e programadas...

e o homem possa ser enfim o que verdadeiramente é...

Divino em si mesmo.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

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Diversificação do foco sem que o equilíbrio seja ameaçado...


Sustentação das múltiplas realidades sem que se dê maior atenção à esta ou aquela...





um objetivo... um desafio...


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