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quinta-feira, 9 de outubro de 2014
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Plagiando
Vim... gastando meus sapatos, me livrando de alguns pesos, perdoando meus enganos, desfazendo minhas malas...
Quem sabe assim chegar mais perto.
(Ana Carolina)segunda-feira, 15 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Dimensões do dentro...
Não
procure meu olhar quando sentires o estranho vazio,
Ele
estará perdido em algum canto da mente... conjugando verbos, forjando orações,
criando reticências...
Não
procure meu olhar onde a visão não alcança,
Por
certo estarei mais perto do que poderias supor... esperando por ser descoberta,
mostrando quem sabe as setas que tanto almejas...
Não
procure meu olhar nas palavras que escrevo,
Palavras
são efêmeras... estarei um pouco mais acima, vislumbrando teu assombro.
Não
procure meu olhar no sentimento que possas carregar,
Expressa
um emocional ainda sem jeito, um tanto desconfiado que aguarda o tempo de
maturar;
Procure
meu olhar onde perceberes a beleza,
Onde
o amor seja apenas uma luz,
Onde
as estrelas ainda são as velhas moradas ...
Procure
meu olhar no teu próprio infinito...
é lá que passo os dias a te fitar.
(isso foi escrito em algum momento...)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Escolhas
Sim, escolho a mim.
Escolho parar de me punir pelo que vejo dos outros...
Escolho o melhor do que fui, do que sou e serei
Decido que a gratidão vai permanecer e que aprenderei a lidar com as decepções
Escolho a felicidade, todo dia em todos os momentos, ainda que difíceis
Escolho amar, sem restrições
Escolho o conhecimento e a sabedoria
Reafirmo a escolha do caminho e decido ser, a cada dia, mais inteira
Escolho os amigos, parentes da alma, e os elejo irmãos de jornada
Escolho me perdoar pelo que não consegui ser e fazer e escolho me amar a cada dia um pouco mais
Escolho o Sol, a Lua e as estrelas como norte, guia e inspiração
Escolho os símbolos e seus mistérios para ocupar meus dias e noites em inquietantes buscas de entendimento
Escolho a alma, como guia e mestre
Acolho a vida que há em mim.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Confissão
Um sentimento intenso percorre o dentro. Nada há que o possa conter. Faz caminhos entre as pedras, inunda terras em seu beiral, invade e nutre tudo que é visceral. Seu deslizar deixa marcas, profundos sulcos de intensa felicidade. Poderia comparar esse sentimento com o destino do rio que corre em direção ao mar.
Eu confesso: não saberia mais viver, sem te amar.
Eu confesso: não saberia mais viver, sem te amar.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
As águas
Quando se apercebe está saindo das águas. Com os braços esticados e as palmas das mãos direcionadas para baixo irradia e movimenta a energia em todas as direções. As águas novamente a alcançam e se espalham sem que se possa conter. Limpa, carrega as areias entulhadas abaixo das casas e deixa uma piscina de água azul onde crianças muito pequenas e nuas podem, livremente, brincar.
Ela... acorda.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Misturas internas
As letras misturam-se aos números, confundem a visão, enganam o sentir. Brincam em diferentes tempos, somam, multiplicam, são imperativas e futuristas... seguem seu caminho, remexendo-se no dentro.
Tudo tem sua voz, sua vida e sua história.
terça-feira, 24 de maio de 2011
E...
A vida continua... com suas perguntas sem respostas.
As palavras estranhas... como se fossem de outro idioma...
E... nós?
Seguimos felizes
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Com Licença!?
Nunca tive a preocupação em ser perfeita, escrever corretamente, ser super inteligente, ter roupas da moda ou ser símbolo sexual, apenas busco ser... alguém que se constrói todos os dias, que ri de si mesma e aprende a cada instante amar suas imperfeições.
Mais do que tudo Ser, simples, complexa, distante, presente, consciente, confusa, leve, pesada, triste, alegre... verdadeira em tudo que faço, nos gestos, nos olhos e no que carrego nas mãos: meu coração.
Se é perigoso o convívio é apenas àqueles que tem como base de vida a desconfiança em todo ser vivo e que perderam a noção e a distinção entre a maldade e a verdade... não sabem mais a diferença entre o que são e o que projetam no grande espelho mundo.
Sem grandes pretensões, peço apenas licença para passar e existir com todo o ônus de ser eu mesma... estou aqui, e isso é fato!
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Caminhando
Descobri, meio sem querer uma paz, um tipo de paz que dispensa palavras, provas ou qualquer outra coisa que equivalha.
É o prazer de viver pela vida, tudo se pauta no dentro, sem dúvidas, sem medos.
Nada precisa expressar porque se expressa o tempo todo. Grande. Pequeno, não importa.
É o que se É.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Então...
As mudanças aconteceram... As palavras nunca foram vazias de sentido ou propósito, nem as pronunciadas, muito menos as ouvidas. Não me refiro a boca do coração, pois essa sempre fala aos ouvidos da alma, mas àquelas palavras repletas de respiração, de alguém que buscou um alento apesar de não ter compreendido a razão dos acontecimentos.
Então...
Tudo continua. A vida, os desejos, os sonhos e as bandeiras que descobri desnecessárias de se carregar, pois tudo que se pode ser está ao abrigo do dentro, sem que se possa duvidar.
Então...
Está tudo certo.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Mulher de Tempos
Ela está nas forças que te animam, no que te faz acreditar em ideais e que tudo pode acontecer. Uiva como muitas lobas cada vez que te machucam, cada vez que te tiram um pedaço, para que te lembres de tuas origens e não te esqueças de quem és. Está na entrega, no que dás aos outros sem nada pedir em troca – quer apenas estar, ser mais próxima de quem ama. Encontra-se nas fendas de teu rosto, nos sulcos da memória esmorecida pela passagem dos anos, ou oculta no vigor de tua juventude. Habita tuas entranhas cada mês que sangras e pode ser percebida nos olhos a cada parto, a cada choro de alguém que nasce. Vive dentro da tua complexidade interior, revelando o quanto é simples ser uma Mulher de Tempos.
Não pense que podes prender uma Mulher de Tempos.
Ela se entrega ao amor e vive intensamente para seu amante e amados, faz deles tudo que é e possui, mas não se iluda. Uma Mulher de Tempos jamais pertence a alguém por grilhões e imposições. Ela o é de coração e apenas por ele ficará. Fica porque quer e se entrega porque tem o que compartilhar. Uma Mulher assim não teme tempestades, vendavais ou terremotos - não teme suas próprias criações. Do nada ressurge de si e quando menos se espera, lá está Ela, pronta para recomeçar.
Uma Mulher de Tempos jamais carrega consigo a amargura, a espera sem esperança, a dor de uma partida. Estas são mulheres que se perderam nos Tempos e que não encontram no dentro o sentido do existir.
Uma Mulher de Tempos carrega em si tudo que foi e será.
Gesta a si mesma, num constante parir e não há nada que a faça parar.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Pontua a ação
Dando sentido e direção as frases e orações que vagam aqui e ali nos diferentes cantos de meus corpos. Arrumando os tempos verbais, substituindo o passado do presente pelo presente do futuro. Classificando através dos números reais as possibilidades infinitas.
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