sábado, 18 de junho de 2011

Saudade


É coisa que não passa...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Espira(a)lada




Quase ideal.

domingo, 12 de junho de 2011

Conjugando


Andamos a nos misturar, sonhos, sensações, vivências...
Sem terminações nervosas ou racionais.

O outro dentro do um.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Rever-berando


Hoje... transbordo pelos poros.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Misturas internas


As letras misturam-se aos números, confundem a visão, enganam o sentir. Brincam em diferentes tempos, somam, multiplicam, são imperativas e futuristas... seguem seu caminho, remexendo-se no dentro.

Tudo tem sua voz, sua vida e sua história.

terça-feira, 24 de maio de 2011

E...


A vida continua... com suas perguntas sem respostas.
As palavras estranhas... como se fossem de outro idioma...

E... nós?

Seguimos felizes

sábado, 21 de maio de 2011

Notícia!!!!



O mundo...

Hoje... ACABOU!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Com Licença!?


Nunca tive a preocupação em ser perfeita, escrever corretamente, ser super inteligente, ter roupas da moda ou ser símbolo sexual, apenas busco ser... alguém que se constrói todos os dias, que ri de si mesma e aprende a cada instante amar suas imperfeições.

Mais do que tudo Ser, simples, complexa, distante, presente, consciente, confusa, leve, pesada, triste, alegre... verdadeira em tudo que faço, nos gestos, nos olhos e no que carrego nas mãos: meu coração.

Se é perigoso o convívio é apenas àqueles que tem como base de vida a desconfiança em todo ser vivo e que perderam a noção e a distinção entre a maldade e a verdade... não sabem mais a diferença entre o que são e o que projetam no grande espelho mundo.

Sem grandes pretensões, peço apenas licença para passar e existir com todo o ônus de ser eu mesma... estou aqui, e isso é fato!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Arte




Pintando mares...

segunda-feira, 21 de março de 2011

O amor...



"só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro."

por Lou Salomé

sexta-feira, 11 de março de 2011

Caminhando


Descobri, meio sem querer uma paz, um tipo de paz que dispensa palavras, provas ou qualquer outra coisa que equivalha.
É o prazer de viver pela vida, tudo se pauta no dentro, sem dúvidas, sem medos.
Nada precisa expressar porque se expressa o tempo todo. Grande. Pequeno, não importa.
É o que se É.