sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
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As vendas são minhas?


Quando se tem a possibilidade de fazer tudo diferente porque se escolhe fazer igual, repetir as mesmas construções? O tempo mostrou que eram frágeis... porque repetir!? Difícil tomar posição? É sim, saber dizer não, fazer escolhas que vão além do fator econômico, que encontram ressonância em alguma coisa maior e dentro, no dentro. Saber, confiar, acreditar que é possível construir o diferente e agir de acordo com isso. Como eu posso não ver? Será que de tanto ver gastei a visão, congelando-a em uma fração de segundo onde as cenas repetem-se infinitamente... será que sonhei?
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sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
O eterno devir
Embora consciente dos muitos mundos que me habitam... ainda me assombro com os habitantes internos na medida em que revelam sua face... a bestialidade que em mim carrego equivale à divindade que me habita e constitui.
Vivo em muitas dimensões nas diferentes linhas do tempo. Nada me é novo e com tudo me estranho. As esquinas de minhas ruas ainda que sejam as mesmas, conduzem-me a novos caminhos e a cada passo que dou entendo que concluir alguma coisa nunca é o fim, mas o começo de algo ainda maior.
Carrego no hoje tudo que fui e o que serei... renovando-me a cada instante.
Nunca terei fim ou acabarei...
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quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
paz
Nada como uma boa escovada na alma!
(tomar posição, fazer escolhas... sempre e a todo instante...)
Hoje mais leve... quase em paz!
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(tomar posição, fazer escolhas... sempre e a todo instante...)
Hoje mais leve... quase em paz!
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
Um momento
Apenas caminhava, passos largos e rápidos como quem quer logo chegar. Distraída, navegava em seus pensamentos e não percebera o que se aproximava...
Suas vísceras misturaram-se criando choques que repercutiram em todo o corpo, na mente as vozes descontroladas articulavam frases inteiras que acompanhavam sensações e imagens fantasmagóricas. A respiração tornou-se rápida, o coração batia-lhe na garganta...
Agarrou-se ao único fio de consciência que ainda possuía e tentou controlar o desvario do dentro respirando longamente, diversas vezes... Caminhava ainda mais rápido, tinha que chegar...
Em meio ao turbilhão, sentia seu corpo fragmentado-se em diversos pedaços... finalmente chegara... respirava profundamente e tentava re-montar a si mesma...
As vozes ainda presentes estavam em segundo plano, ela buscava as respostas e logo obteve a confirmação (o que ocorrera em seus sentidos era real e fato). O corpo novamente estava em pedaços... ela deixou-se partir sem saber o que fazer consigo mesma... A pressão aumentou, sentia que iria explodir, respirava, respirava...
Ainda perdida no mundo de percepções ouvira as vozes externas (uma tentativa de acalmar e dar direção ao seu sentir)... nada entrava nos fragmentos que restavam de si... os sons atravessavam as paredes do entendimento não encontrando nenhuma resistência, esvaindo-se no ar.
Mergulhou mais profundamente em seu universo e pode entender que jamais deixará de ser o que é... sabe que já não pode mais lutar consigo mesma... terá de aprender a lidar com suas percepções, na intensidade em que ocorrem...
Perceber, sentir, separar, analisar, sobreviver e ir (além)...
(ainda não sabe por onde começar)
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