quinta-feira, 25 de março de 2010

criações e criaturas

E se for sempre assim?

... oscilo entre as mãos e os riscos traçados.

(ao menos gosto de pensar assim)

segunda-feira, 22 de março de 2010

perspectivas...




Construindo novos caminhos na velha estrada.

Hoje... estou assim - projetiva.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Uma questão de ótica

Frases inteiras percorrem a mente, cavalgando em direções opostas sem que consiga apreender seus significados. Tudo está calmo no dentro, o turbilhão tenta encontrar passagem, uma brecha, uma maneira de entrar. Não há espaços, ao menos não o pretendo dar. As lutas que me obrigo a travar são aparentemente desnecessárias e utópicas, mas apenas para olhares superficiais. A vida está repleta deles e quando busco a profundidade esbarro sempre no eterno vazio. As ausências das construções e de entendimento. Mudo o foco, alterando as rotas traçadas... por fim, vislumbro o que precisava.

domingo, 14 de março de 2010

leitura das fendas...

Por mais que entenda como funciono sempre me surpreendo com as revelações. Sem nenhum aviso externo as percepções de épocas passadas se fazem presente. Sentimentos afloram e na tentativa de interpretação da mente as imagem aparecem, claras e desconexas. Geram um tipo de certeza incompreensível e que, ao mesmo tempo, não pode ser negada.

Todos os tipos de sentimentos denunciam um passado existente, não são gratuitos, porém na maioria das vezes me falta sensibilidade para captar suas origens. Então em um dia qualquer e como de costume, sem nenhuma explicação, tudo acontece. Frações de segundo revelam mundos, épocas e ligações.

Quando isso acontece é como se todas as células do corpo mudassem de lugar... sensações e imagens se fundem e me é impossível conter as lágrimas. No dentro tudo se mistura, as linhas entre os tempos desaparecem... sou apenas o sentir.



Ontem... pari uma menina.

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ajustando...


... diferentes orações em tempos verbais discordantes.

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terça-feira, 2 de março de 2010

Transformando obstáculos...

Transformo cada obstáculo em crescimento, eles me revelam, ajudam a mostrar os pontos frágeis do dentro...
Não tenho medo de desafios, apenas me indigno com injustiças, quando me são imputadas responsabilidades que não são minhas.
De qualquer forma, tudo faz parte...

Nós... seguimos felizes.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O inevitável

Somente as marcas impressas na pele e através dela – o que não pode ser visto – pode explicar tamanha intensidade de sentimentos e entrega. Incompreensível a maioria das mentes que esperam um tipo de normalidade no que, simplesmente, é mágico. Não há como determinar tempo, ou mesmo esperar que se reaja a isso de forma convencional ou dentro dos padrões aceitáveis.

O que é flui sem contenções... deixa suas digitais pelo corpo, atravessa o espírito, é simples e complexo e não há como esperar que entendam, apenas que aceitem o que nos foi inevitável.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dualidade emocional


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

fogo/água

Os dias passam e a intensidade aumenta, amplia os sentidos... transborda os sentimentos em oitavas inimagináveis. Nada mais cabe no dentro, tudo flui constantemente sem que se perca ou se desperdice. Os acontecimentos atropelam-se e não há como conter o fluxo... apenas seguimos nos misturando, construindo as respostas...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Rompendo espaço-tempo

No encontro das mãos as energias se intensificam, percorrem os corpos alterando os sentidos. As bocas misturam-se gerando choques na pele – dentro e sobre. Em meio ao turbilhão de sensações já não sabem ao certo quem é quem.

Sem nenhum aviso prévio viajam para dentro e além de si mesmos. Estão em outro mundo, em uma época antiga. Seus corpos são diferentes. Tudo passa pela mente e emoções sem que se consiga conter. A história está diante de seus olhos. Uma comoção toma conta e já não há barreira entre o espaço-tempo - estão lá e aqui - recriam movimentos, estruturas e sensações.

Assim que tudo se acalma no dentro as marcas podem ser vistas na pele e nos sentimentos que permanecem e se ampliam.

Não sabem ao certo o tamanho do que se colocou em movimento, nem o que representam efetivamente um para o outro. As respostas estão se construindo através dos acontecimentos que se atropelam em um fluxo constante.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

o inesperado...