segunda-feira, 28 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
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Entendo que as mulheres vêm num crescendo, conquistando espaços, respeito e reconhecimento em uma sociedade, ainda um tanto, machista.
Bom, isso é uma conquista social, e não quer dizer que estejamos conquistando a nós mesmas... Muito ao contrário. Cada vez as mulheres se debatem mais consigo mesmas, confundem sensualidade com vulgaridade, e liberdade com promiscuidade, claro, estou generalizando... Também entendo que isso faça parte do processo.
O que realmente não entendo é o porquê permitimos que “alguém” nos diga o que ser e como agir? A mídia nos fornece informações claras de como devemos nos maquiar, nos portar... Que vestir determinada roupa nos tornará mais mulheres ou mais sensuais... Ainda buscamos paliativos em prateleiras de shoppings ou em estéticas, por quê?
Nossas avós e nossas mães lutaram para que fossemos mais livres e independentes e o que fizemos com isso?
Ah, sim... Hoje não precisamos mais dos homens, somos livres e modernas... (risos!)
Nunca fomos tão sozinhas...
Não aceito o que é midiático... O que vejo é uma geração de mulheres com problemas existenciais que jamais deveriam ter, sentindo-se menores por não usar determinado manequim, ou por não conseguir se encaixar nos padrões daquilo que chamam modernidade... Ninguém nunca se encaixará, são artifícios ilusórios que estão a uma distância enorme de nossa realidade. Se conseguirmos ser nós mesmas, nos aceitando como as mulheres que somos, estaremos dando largos passos na direção do feminino...
Procuro sempre seguir essa máxima, a expressão mais feminina que conheci:
Sou uma mulher que honra seus ovários!
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terça-feira, 8 de abril de 2008
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Mas lembra-te, a vida segue inexoravelmente seu curso. Atropela os incautos, deslumbra os afoitos, premia os justos e corajosos.
Sê fênix, sê feliz." (William H. Stutz)
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sábado, 5 de abril de 2008
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A rebeldia nunca permitiu que meus joelhos se dobrassem perante normas e regras morais... E ainda assim, horroriza-me perceber o quanto desses preceitos existem e resistem em mim, ocultando-se em formas de medos e de conceitos destrutivos ...
sexta-feira, 4 de abril de 2008
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Tão plena, tão dadivosa... tão mulher... que fazer... chegas a transpirar ... escapa da pele... vaza pelos olhos...
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terça-feira, 1 de abril de 2008
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sexta-feira, 28 de março de 2008
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A alquimia
Cânticos que ressonam na noite, como serpentes ondeantes de bravura; dossel de fina gaze transfiguram um solene ritual, deste poder. Rebeldes, mas heróicos foram sempre aqueles que, em virtude de estímulo, puderam entregar sem calcular. Quem usou dessa magia inigualável, é que foi; em seu princípio, venerável escudeiro ao som do louvável. Heróica redenção, do Alto Rei, que assumiu suas potências invisíveis, e ao querer perdurar, no possível, em seu castelo fez seu quartel. Horizontes perdidos, foram eles, que uniram sua dor, ao balancim de finas cascavéis que ressonam, e ao céu, configuram seu vir. Se o forte pedestal, ficou na cúpula, a tocha de sua fé o iluminará, encontrando a pedra e, a sua luz, enfrentando-se a ela prenderá. Quiseram escrutinar no profundo, e, desse misterioso escavar, puderam verter nas trevas, tirando do escuro a verdade.
segunda-feira, 24 de março de 2008
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