terça-feira, 27 de julho de 2010

Incurável

Eis o inesperado!

domingo, 18 de julho de 2010

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 Legalmente legais...

(eamaisdeumasemana)

quinta-feira, 10 de junho de 2010

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encontro dos mundos


O turbilhão no dentro permanece vivo - latente. Nas sílabas escorregadias estão as respostas tão procuradas e de tanto, esquecidas. A chama acesa entre as mãos desloca os mundos, gera nova paisagem no território sem cor – tudo se aquece. O inesperado sustenta com sua presença a possibilidade da descoberta, o que ela pode enfim perceber. O encontro dos mundos se dá - uma, duas, três, infinitas vezes - dentro de si e por Ser ela mesma. Ele apenas sorri – enquanto a tem em seus braços – como quem reconhece a importância do ato.

terça-feira, 8 de junho de 2010

feitiços

Estou entre velas, sílabas e símbolos...

Reconstruindo caminhos... (re)criando as pontes.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

chamado



Vai.
Escolhe tuas armas ...
Não me canse com teus esconderijos... mostra a face que esconde de ti mesma e luta...
Luta de verdade!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O oculto

"... Tens ouvido chamar-me feiticeiro. Um dia também te chamarão feiticeiro e, como eu, pensarás que a feitiçaria, a magia são apenas palavras inventadas pelos homens incapazes de conhecer e utilizar as forças naturais. Tudo está inscrito no universo. Os homens nada inventam, apenas descobrem e, muitas vezes, as suas descobertas leva-os a situações absurdas. Eles inventam máquinas e ignoram as máquinas que são, visto que o próprio homem é uma máquina que regula o seu mecanismo. Ele pode possuir a clarividência e o poder de acalmar a dor, mas ignora-o. Ignorante como é, e, ao mesmo tempo, máquina e mecânico, afasta-se da natureza e recorre ao artifício. O artifício mata-o, pouco a pouco, e, quando depara com um dos seus, que reencontrou as leis naturais inscritas no movimento da vida, chama-lhe de feiticeiro..."

Derlon, Pierre. Tradições Ocultas dos Ciganos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

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concessões

Dei-me tempo. Tempo para arrumar o interno, viver o presente, simplesmente ser.

Mais do que cura, concedi-me vida.

As pressões continuam. As diferentes fontes em que se originam não deixaram de existir.

E daí?

Dei-me tempo.

quinta-feira, 25 de março de 2010

criações e criaturas

E se for sempre assim?

... oscilo entre as mãos e os riscos traçados.

(ao menos gosto de pensar assim)

segunda-feira, 22 de março de 2010

perspectivas...




Construindo novos caminhos na velha estrada.

Hoje... estou assim - projetiva.

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terça-feira, 16 de março de 2010

Uma questão de ótica

Frases inteiras percorrem a mente, cavalgando em direções opostas sem que consiga apreender seus significados. Tudo está calmo no dentro, o turbilhão tenta encontrar passagem, uma brecha, uma maneira de entrar. Não há espaços, ao menos não o pretendo dar. As lutas que me obrigo a travar são aparentemente desnecessárias e utópicas, mas apenas para olhares superficiais. A vida está repleta deles e quando busco a profundidade esbarro sempre no eterno vazio. As ausências das construções e de entendimento. Mudo o foco, alterando as rotas traçadas... por fim, vislumbro o que precisava.

domingo, 14 de março de 2010

leitura das fendas...

Por mais que entenda como funciono sempre me surpreendo com as revelações. Sem nenhum aviso externo as percepções de épocas passadas se fazem presente. Sentimentos afloram e na tentativa de interpretação da mente as imagem aparecem, claras e desconexas. Geram um tipo de certeza incompreensível e que, ao mesmo tempo, não pode ser negada.

Todos os tipos de sentimentos denunciam um passado existente, não são gratuitos, porém na maioria das vezes me falta sensibilidade para captar suas origens. Então em um dia qualquer e como de costume, sem nenhuma explicação, tudo acontece. Frações de segundo revelam mundos, épocas e ligações.

Quando isso acontece é como se todas as células do corpo mudassem de lugar... sensações e imagens se fundem e me é impossível conter as lágrimas. No dentro tudo se mistura, as linhas entre os tempos desaparecem... sou apenas o sentir.



Ontem... pari uma menina.

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